Depoimentos
O que as famílias contam depois de conhecer a casa
Depoimentos de famílias reais que passaram pela mesma dúvida que você talvez tenha hoje. Leia com calma.
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Famílias atendidas
8
Anos de funcionamento
4,8
Média de satisfação (de 5)
3
Licenças e autorizações vigentes
O que dizem as famílias
Depoimentos de quem conhece a casa
Carla Moreira
Filha de moradora — SJC
"Minha mãe está na Moradia Permanente há quase dois anos. Visito toda semana e nunca encontrei nada fora do lugar — nem na casa, nem no humor dela. A carta mensal que a Regina manda ajuda muito. Sei o que está acontecendo sem precisar ligar toda hora e incomodar."
Junho de 2025
Roberto Pinheiro
Filho de participante — Taubaté
"Colocamos meu pai no Programa Diurno há seis meses. A adaptação foi mais fácil do que eu esperava — ele se encaixou rapidinho no baralho das quartas. O coral de terça eu acho que ele não curte muito, mas vai mesmo assim. O bilhete que a Ana manda na sexta é bem útil."
Julho de 2025
Fernanda Saraiva
Sobrinha de moradora — SJC
"A minha tia tem 82 anos e é bastante independente. O que ela mais valoriza é poder sentar no jardim quando quer e ficar no quarto quando não está afim de nada. O Lar Bem-te-vi respeita isso. Não tem agenda obrigatória, não tem pressão para participar de nada."
Julho de 2025
Adriana Lima
Filha de participante — SJC
"Ficamos com medo de deixar minha mãe numa residência. Visitamos o Lar Bem-te-vi num sábado sem aviso prévio — foi a Regina que nos abriu a porta, mostrou tudo e respondeu cada dúvida. Esse primeiro contato já mostrou que o lugar é sério e que não têm nada a esconder."
Junho de 2025
João Batista Nunes
Filho de morador — Jacareí
"Meu pai ficou na Estadia de Quinze Noites quando viajei pelo trabalho. A reunião de chegada foi simples e eficiente — registraram os remédios, os hábitos de sono e quem poderia visitá-lo. Voltei sem nenhuma ligação de problema. Isso diz bastante."
Julho de 2025
Mariana Guimarães
Filha de moradora — SJC
"O que me convenceu foi a comida. Minha mãe é bastante exigente com o que come e a Márcia conseguiu adaptar o cardápio sem fazer disso um problema. Hoje ela almoça lá todos os dias do programa diurno e comenta que está comendo melhor do que em casa."
Junho de 2025
Histórias em detalhe
Três situações que as famílias viveram
Situação 1 — Programa Diurno
O dia longo demais em casa sozinha
O que acontecia
A família trabalhava fora e a mãe passava os dias úteis sozinha em casa, sem atividade e sem companhia. A televisão estava ligada o dia todo, mas ela estava dormindo.
O que mudou
Com o Programa Diurno, ela passou a ter um lugar para ir de segunda a sexta. Café da manhã, atividades, almoço com outras pessoas e a caminhada da tarde no pátio.
Como ficou
Quatro meses depois, ela dorme melhor, reclama menos de dores nas pernas e — segundo a filha — "está com mais assunto para contar no jantar".
"Eu não sabia que ela estava tão entediada em casa até ela mesma me contar o quanto prefere os dias que vai ao Lar." — Filha, 48 anos
Situação 2 — Estadia de Quinze Noites
A viagem de trabalho que não podia ser adiada
O que acontecia
O filho precisava viajar por doze dias e não tinha como deixar o pai em casa. Morar só não era opção, e parentes não tinham disponibilidade para ficar com ele.
O que mudou
O pai ficou na Estadia de Quinze Noites. Uma reunião de chegada registrou seus horários, o que gostava de comer e as pessoas autorizadas a visitá-lo.
Como ficou
O filho viajou e voltou sem intercorrências. O pai se adaptou bem à casa e, quando retornou, comentou que tinha gostado mais do que esperava.
"Saí tranquilo. Isso não é pouca coisa quando a responsabilidade é o seu pai." — Filho, 52 anos
Situação 3 — Moradia Permanente
A decisão que a família levou tempo para tomar
O que acontecia
A família visitou o Lar Bem-te-vi em março. Gostou do ambiente mas levou três meses para se decidir. Visitaram mais duas vezes, conversaram com a equipe e leram o contrato com um advogado.
O que mudou
A mãe entrou na Moradia Permanente em junho. O quarto fica em frente ao jardim e ela pediu logo para ter um canteiro para si. Hoje cuida de ervas.
Como ficou
A família visita toda semana e participa do almoço mensal. A carta que a Ana manda todo mês é aguardada como se fosse correspondência pessoal.
"Demoramos, mas acho que precisávamos desse tempo. A casa nos esperou com calma." — Filha, 55 anos
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Visitas
Seg–Sex 09h–20h
Sáb 09h–18h
Dom 10h–17h
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